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Massagistas SP - Massagem Tântrica

Massagem Tântrica / Depoimento: "Nunca senti algo tão diferente em toda minha vida"!

S. É uma estudante de 23 anos, que aceitou compartilhar com nosso site, todas suas sensações durante uma sessão de massagem tântrica. Segue seu relato:

“‘Acho que devo estar ficando doida da cabeça.’ Meu primeiro pensamento quando me vi a caminho de minha primeira sessão de massagem tântrica. Jamais tinja passado pela minha cabeça fazer algo que envolvesse meu corpo e muito menos minha vida sexual, mas mesmo assim resolvi tentar, justamente por acreditar que é necessário aproveitar experiências que a vida nos dá. Cheguei num local meio rústica, com dois andares, e vista para um Lago, num clima bastante calmo, que juro que me senti fora de São Paulo. Depois de subir alguns degraus, adentrei uma salinha com janelas enormes de vidro e sofás de cor caramelo. O cheirinho de incenso com frases motivacionais pregadas nas paredes tornavam o lugar bem místico e confortável. Antes de iniciar a sessão, a terapeuta pediu para eu aguardar na sala enquanto preparava o quarto para a massagem. Me encolhi toda em um dos sofás e comecei a ficar mega ansiosa. ‘Será que vou fazer isso mesmo?’, imaginei. Já tava lá mesmo, não tinha mais como voltar atrás. A ideia de ficar nua em frente de uma terapeuta que conheci a poucos minutos deixou minha cabeça bem agitada.

Comecei perguntando se rolaria algum tipo de masturbação e ela explicou que era apenas uma terapia. ‘Não irei te masturbar, irei apenas ser uma facilitadora do prazer que seu corpo tem a oferecer’, Deixou isso bem claro!.

Adentrei no quarto depois de ser chamada pela terapeuta, me convidando para sentar em uma das duas cadeiras que havia no local. ‘Vamos conversar um pouco’, Disse ela. Foi uma conversa até que rápida, sobre minhas experiências sexuais, algumas dúvidas sobre a massagem e quais seriam meus limites. Depois da conversa, a terapeuta pediu para eu tomar um banho e me deu duas toalhas limpas. Entrei no banheiro e comecei a tirar a roupa, imaginado de novo que logo estaria sem elas na hora da massagem. Tomei um banho rápido, esperando que isso me acalmasse de alguma forma. Não rolou!!!. Saí do banheiro com o estômago embrulhado e o coração na boca. Abri a porta e dei de cara com o quarto todo modificado. Foi uma surpresa. A luz apagada, e a luminosidade baixa. Uma música tranquila ao fundo e o aquecedor ligado. A terapeuta me pediu para deitar no tatame que pegava grande parte do local e respirasse fundo. ‘ Concentre-se no seu corpo, e não nas minhas mãos’, falou, antes pedir para que eu fechasse os olhos e me acalmasse.

A coisa começou mais rápido do que eu pensava. Comecei a sentir as mãos da terapeuta tocando levemente todo o meu corpo. Sentia como se fosse uma pena passando pela minha pele várias vezes, gerando arrepios e tremores que não sei muito bem explicar. O medo aos poucos foi sumindo dando lugar a uma sensação de transe, quase como se eu não estivesse mais naquela local, mas num lugar só meu. Como ja falei, algo inexplicável. Senti um líquido meio gelador ser derramado na região da minha barriga e uma mão macia começar o que parecia uma massagem normal. Movimentos eram fortes, indo e vindo nas regiões mais erógenas do meu corpo, baseados sempre com a minha resposta aos toques. Sentia agora tremores mais constantes e fortes. O aroma de óleo vegetal era muito bom, tomando todo o local. A terapeuta pegou um objeto vibratório para estimular meu clitóris. Não sabia muito bem o que era, isso me assustou quando entrou em contato com meu corpo. ‘Fique calma e deixe seu corpo te mostrar o que ele pode fazer’, falou a terapeuta reparando meu medo. - Massagista - Massagista SP - Massagistas SP - Massagista de São Paulo - Massagistas de São Paulo - Portal das Massagistas - 

De forma forte e constante, por uns 15 minutos, tive sensações intensas de prazer, talvez um pouco de dor e excitação. A música antes era calma, agora ficou mais rápida, da mesma forma que os movimentos feitos pela profissional. Nunca havia sentido nada igual em toda a minha vida e me questiono se sentirei de novo fora do tantra. Depois de cerca de uma hora, ela me deixou deitada de barriga para cima, para sentir todas as sensações do meu corpo. Pequenos sspasmos de prazer caminhavam pela minha pele. ‘Você sentirá os efeitos por uns dois dias’, disse a terapeutoa. Uns dez minutos depois, me acalmei e fui tomar outro banho para retirar o óleo do corpo. O toque da água quente estava provocando arrepios, por incrível que pareça!. Vesti minha roupa e perguntei se havia reagido bem à massagem. ‘Nós, mulheres, necessitamos libertar nossos corpos,  nos conhecendo, e você iniciou esse processo hoje. Ficamos felizes de facilitar seu autoconhecimento sexual’, essa foi a resposta dela. Passei o resto do dia pensando no tal ‘autoconhecimento’ que ela me falou, sobre saber o que seu corpo pode, e cheguei à conclusão de todos, um dia, poderão fazer uma massagem tântrica, se despindo dos preconceitos e aprendendo um pouco mais sobre si mesmo.”

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